segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Estudo comprova que Carvão vegetal não sofre combustão espontânea

Luta de mais de quatro anos pode estar chegando ao fim, graças a estudos científicos, empenho de produtores e apoio parlamentar.

Nesta terça-feira, (4) na PGE - Procuradoria Geral do Estado, o deputado Paulo Azeredo – PDT reuniu-se com a procuradora Maria Denise Vargas de Amorin para discutir o fato do carvão vegetal não ser um produto de combustão espontânea. Estiveram presentes no encontro o Presidente da APECAVE (Associação dos Produtores e Empacotadores de Carvão Vegetal), Valmor Griebeler, o Vice-Presidente dessa associação, Darci Scherer, o Ex-Secretário de Agricultura de Brochier, João Roque da Rosa e Geraldo Rodhe, pesquisador da Cientec.

A Procuradora mostrou-se interessada destacando o detalhamento e riqueza de informações contidas num estudo científico realizado pela Cientec (Fundação de Ciência e Tecnologia). "Realmente me interessei por esse assunto, busquei maiores informações, e pesquisei sobre o mesmo", declarou Maria Denise Vargas de Amorin.

Azeredo defende que o transporte de carvão vegetal seja normalizado, pois não sofre combustão espontânea, portamto não oferece risco no seu transporte. Estudos da Cientec confirmam que carvão vegetal só inicia a queima acima de 400ºC.
Maria Denise de Amorin disse ainda que a iniciativa do parlamentar, e dessa comissão é de grande importância, pois se o Estado levar esse assunto a frente e unir esforços esse problema será discutido em todo o Brasil.
Com o apoio da PGE os participantes sairam satisfeitos da reunião, acreditando que estão próximos de solucionar um problema que prejudica agricultores e carvoeiros.

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