Data: 17/07/2009 - Hora: 17:20
Para o deputado Paulo Azeredo (PDT), as circunstâncias envolvendo o chefe de gabinete da governadora Yeda Crusius, Ricardo Lied, no episódio da prisão do filho do presidente do Detran, Sérgio Buchmann, se assemelham aos procedimentos denunciados pelo ex-ouvidor, Adão Paiani. “Estamos tendo a confirmação de que há um sistema paralelo não só de contrainformação, mas de ação à revelia do sistema público de segurança”.
Ao considerar gravíssimo o episódio, o parlamentar lamentou que a Assembleia Legislativa não tenha instalado a CPI da Corrupção. “Com os mecanismos da CPI, certamente este episódio teria outros desdobramentos”, afirmou Azeredo.
Pelas evidências tornadas públicas, Ricardo Lied, além de manipular informações confidenciais da Polícia Civil, ultrapassou os limites de sua função pública, uma vez que foi até a casa do presidente do Detran para constrangê-lo.
“Da mesma forma que o Cpers está sendo acusado de excessos em sua manifestação na frente da casa da governadora, também o chefe de gabinete de Yeda Crusius errou ao manipular informação confidencial da polícia”, comentou o deputado.
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